Nomes são só isso... Nomes!
Pus-me a pensar sobre isto e cheguei à conclusão que, tirando os Nomes de pessoas, os Nomes são só mesmo Nomes. Por exemplo, se alguém resolver chamar maçã a uma laranja não importa, porque mesmo que lhe passemos a chamar maçã, para nós ela continuará a ser uma laranja mesmo que não a apelidemos assim.
Um dia, quando eu conheci o meu meio-irmão, tinha eu 14 anos, uma amiga minha perguntou-me como eu fui capaz de viver 14 anos sem o conhecer se ele era meu irmão. E eu respondi que ele nunca me foi dado a conhecer e que tinha crescido sem ele por isso não me fazia falta. Ela não entendeu porque afinal ele sempre era meu irmão.
Ele é meu irmão, foi esse o nome que lhe deram, mas isso não muda nada. Mesmo que eu lhe chamasse irmão ele, para mim, continuaria a ser um estranho porque não me dizia nada, não me fazia falta. O que eu quero dizer é que, mesmo que ele seja filho do meu pai e meu irmão não quer dizer que o conceito de irmão que eu conheço, se aplique. Por exemplo, eu tenho amigos que para mim são irmãos, mas continuam a ser chamados de amigos. É apenas um nome mas neles, esse nome tem um conceito diferente, o conceito de irmão. Mas com o meu irmão não. Eu chamo-o de irmão mas ele é apenas um desconhecido (agora, apenas um conhecido). Por isso é que eu acho que os nomes só servem para apelidarmos as coisas, para saber do que se está a falar, porque no interior, bem a fundo, o que interessa são os conceitos e o que as coisas/pessoas significam para nós. Não sei se estão a perceber...
Já com os nomes de pessoas não tenho a mesma opinião.
"Se me chamasse Pedra, seria a mesma?
Se me chamasse Maresia, seria a mesma?
Se o meu nome fosse Saudade, seria eu a mesma?
Chamo-me Luna porque sou assim - porque sou eu."
E eu? Se tivesse outro nome, seria eu a mesma?
Um dia, quando eu conheci o meu meio-irmão, tinha eu 14 anos, uma amiga minha perguntou-me como eu fui capaz de viver 14 anos sem o conhecer se ele era meu irmão. E eu respondi que ele nunca me foi dado a conhecer e que tinha crescido sem ele por isso não me fazia falta. Ela não entendeu porque afinal ele sempre era meu irmão.
Ele é meu irmão, foi esse o nome que lhe deram, mas isso não muda nada. Mesmo que eu lhe chamasse irmão ele, para mim, continuaria a ser um estranho porque não me dizia nada, não me fazia falta. O que eu quero dizer é que, mesmo que ele seja filho do meu pai e meu irmão não quer dizer que o conceito de irmão que eu conheço, se aplique. Por exemplo, eu tenho amigos que para mim são irmãos, mas continuam a ser chamados de amigos. É apenas um nome mas neles, esse nome tem um conceito diferente, o conceito de irmão. Mas com o meu irmão não. Eu chamo-o de irmão mas ele é apenas um desconhecido (agora, apenas um conhecido). Por isso é que eu acho que os nomes só servem para apelidarmos as coisas, para saber do que se está a falar, porque no interior, bem a fundo, o que interessa são os conceitos e o que as coisas/pessoas significam para nós. Não sei se estão a perceber...
Já com os nomes de pessoas não tenho a mesma opinião.
"Se me chamasse Pedra, seria a mesma?
Se me chamasse Maresia, seria a mesma?
Se o meu nome fosse Saudade, seria eu a mesma?
Chamo-me Luna porque sou assim - porque sou eu."
E eu? Se tivesse outro nome, seria eu a mesma?